Erros na gestão de notas fiscais de entrada podem gerar multas

Facilitar a rotina fiscal e ter erros humanos minimizados neste campo é o sonho de toda empresa brasileira, afinal, a legislação do país é extremamente complexa e, por consequência, passível de retrabalho, perda de tempo e de dinheiro.

Neste aspecto, um dos principais desafios das empresas tem sido a recepção e gestão completa de documentos fiscais de entradas, das compras, de mercadorias, de serviços e outras.

Geralmente, se não houver um padrão de organização bem delineado destes documentos, que servem para certificar uma transação comercial, constando os detalhes sobre o produto ou o serviço adquirido, bem como seus respectivos impostos, não há como fazer uma boa gestão, afetando muitas áreas de uma organização, desde compras, controladoria, fiscal, contábil e, principalmente, o contas a pagar.

Outro problema bem narrado pelas empresas é o preenchimento incorreto de documentos fiscais pelos seus fornecedores. Adiante, vem ainda a conferência de autenticidade dos documentos, que para notas de mercadorias pode ser feita em um portal, mas para as de serviços, são “apenas” 5.570 portais, de cada município.

 

 

Mas não acaba aí, há ainda a conferência de regularidade do fornecedor no site da Receita Federal, da opção do Simples Nacional em outro portal e do CPOM (cadastro de prestadores de outros municípios) em cada prefeitura. Ou seja: um processo longo, manual e cheio de detalhes.

Por fim, tem a questão da guarda e do prazo para conservação desses documentos, exigido por lei, que é de cinco anos. Isso quer dizer que se um fiscal for a um estabelecimento e requerer uma ou mais notas, e se o empresário não apresentar, é multa na certa, que pode, inclusive, ultrapassar R$ 1 mil, por documento, além da glosa de dedutibilidade do IRPJ e da CSLL, de 34%, mais 9,25% de créditos irregulares de PIS e COFINS. É muito dinheiro e não vale a pena correr o risco.

 

Gestão de notas fiscais

Além do obstáculo “armazenamento”, há o desafio de monitorar as notas fiscais após o recebimento, onde o usuário necessita fazer uma consulta sempre que quiser saber o status do documento, pois estes podem ser cancelados ou anulados pelo fornecedor sem a autorização do destinatário.

Em situações como essa, a empresa pode estar se apropriando de créditos indevidos e registrando notas fiscais inválidas em seu Enterprise Resource Planning (ERP).

Portanto, para evitar dor de cabeça, o ideal é automatizar a gestão de notas fiscais de entradas (compras).

Quando a empresa opta por fazer este trabalho de forma manual, haverá um gasto de tempo exorbitante e custos para o setor fiscal, contábil e em toda a empresa, porque há pessoas de diversas áreas recebendo e registrando documentos fiscais de compras. As empresas mais preocupadas com Compliance, escalabilidade e transformação digital, estão automatizando o processo de ponta a ponta.

Por isso, é importante automatizar o processo por completo, e não apenas parte dele. Isso envolve desde a baixa dos documentos fiscais, sua classificação, extração, enriquecimento com consultas externas diversas, vinculação automática a pedido de compras, cadastro do fornecedor no ERP (software de gestão) automático, críticas fiscais, classificação contábil, pagamento diretamente no banco e consolidação dos dados no ERP.

 

Fonte: Contábeis

Compartilhe este conteúdo

Posts relacionados

Sistema para Laticínios: como escolher a solução certa para aumentar a eficiência da Sua indústria

Publicações

Qualidade e Segurança alimentar no Leite: Novas tendências entre os Laticínios

Publicações

Mais controle de registro: conheça o Técnico de Campo, o novo app da Magistech

Publicações

Economize até 80% do seu tempo, investimento e preocupações

Transforme a sua operação com quem é referência em ERP. Agende agora a sua avaliação gratuita.

Categorias Principais

Reforma Tributária: começa o período de adaptação fiscal

Sua empresa já está preparada para as mudanças do novo modelo tributário? No dia 1º de janeiro, teve início o período de adaptação da Reforma Tributária, uma etapa fundamental para a transição ao novo modelo de tributação que já está impactando a configuração fiscal e tributária das empresas brasileiras. Essa

Publicação

Sistema para Laticínios: como escolher a solução certa para aumentar a eficiência da Sua indústria

Por que um sistema para laticínios é essencial para o crescimento do seu negócio A gestão de um laticínio envolve muito mais do que apenas produzir e vender leite ou derivados. É preciso controlar produção, qualidade, logística, finanças e obrigações fiscais com precisão. Sem um sistema para laticínios, o risco

Publicação

Qualidade e Segurança alimentar no Leite: Novas tendências entre os Laticínios

Os laticínios estão cada vez mais pressionados pelos consumidores, indústrias e órgãos regulamentadores para comprovar a qualidade do leite que têm sido produzido. Atualmente, os laticínios são monitorados através de parâmetros como: a Composição do leite, o CCS (Contagem de Células Somáticas), o CBT (Contagem Bacteriana Total) e Resíduos de

Publicação

Mais controle de registro: conheça o Técnico de Campo, o novo app da Magistech

Se você é gestor em uma indústria de laticínios, sabe bem como o acompanhamento técnico nas propriedades dos produtores é essencial para garantir a qualidade do leite e atender às exigências sanitárias. Mas também sabe o quanto essa etapa pode ser trabalhosa, demorada e sujeita a erros quando feita de

Publicação

Magis Entrega: o novo app que revoluciona a logística de laticínios

Entregar produtos com eficiência e segurança é um dos maiores desafios para quem atua no setor de laticínios. Roteiros complexos, entregas em áreas rurais e a falta de registros confiáveis são obstáculos comuns na rotina de muitas empresas. Foi pensando nesses desafios que a Magistech desenvolveu o Magis Entrega, um

Publicação

Reforma Tributária: o que muda para os laticínios e como se adaptar agora

A Reforma Tributária já começou a transformar o cenário fiscal do Brasil e os laticínios precisam ficar atentos. Com a aprovação das leis complementares que regulamentam a nova cobrança de impostos, quem atua na indústria de leite e derivados tem um desafio (e uma oportunidade) pela frente: se adaptar a

Publicação

+20 anos sendo referência em ERP por todo o Brasil

Nós entramos em
contato com você!

Envie seus dados que logo nossos especialistas entrarão em contato.