Os laticínios estão cada vez mais pressionados pelos consumidores, indústrias e órgãos regulamentadores para comprovar a qualidade do leite que têm sido produzido. Atualmente, os laticínios são monitorados através de parâmetros como: a Composição do leite, o CCS (Contagem de Células Somáticas), o CBT (Contagem Bacteriana Total) e Resíduos de antibióticos. Essa avaliação ocorre regularmente por cooperativas e laboratórios credenciados, usados inclusive na determinação do valor pago no produto.
O que são esses parâmetros?
- Composição do leite: teores de gordura, proteína e lactose
- CCS (Contagem de Células Somáticas): indicador de saúde da glândula mamária
- CBT (Contagem Bacteriana Total): sinal da higiene na ordenha e no resfriamento
- Resíduos de antibióticos: presença pode tornar o leite impróprio para consumo e causar prejuízos ao produtor

Tendências do mercado: Leite A2 e Produtos sem lactose
Recentemente os consumidores tem se mostrado cada vez mais atentos à saúde e nos efeitos dos alimentos, portanto houve um crescimento exponencial na busca pelo Leite A2 (produzido por vacas que não tem a proteína beta-caseína: diretamente relacionada a desconfortos digestivos). Além disso os produtos sem lactose tem se tornado uma alternativa para quem tem intolerância, mas querem manter o consumo de derivados lácteos.

Mas o que isso influencia na vida do produtor?
Para o produtor, isso representa uma oportunidade de diferenciação e valorização da produção – além de provar a necessidade de um sistema de controle e rastreabilidade, para a comprovação da origem e qualidade do produto que está sendo vendido.
Portanto, podemos perceber a necessidade de um sistema de gestão (ERP) adaptado para a produção de leite, justamente para:
Registrar padrões de qualidade
- Lançamento dos resultados de CCS, CBT, gordura e proteína por tanque ou por animal
- Armazenamento do histórico de análises para comprovação em auditorias
Organizar os cuidados sanitários
- Registro de vacinas, vermífugos, e uso de medicamentos (inclusive antibióticos)
- Controle dos períodos de carência após tratamentos
Cumprir exigências da indústria e da legislação
- Geração de relatórios para laticínios, fiscais ou programas de certificação
- Planejamento de ações corretivas quando os padrões ficam fora do ideal
Facilitar certificações de qualidade
- Produtores que participam de programas como o Mais Leite Saudável, Qualileite, ou certificações ISO e orgânicas precisam de controle rigoroso — o ERP torna isso mais simples e seguro.
A qualidade do leite se torna, nesse contexto, um diferencial competitivo no mercado. Para o produtor que quer se destacar e agregar mais valor ao seu produto, a tecnologia é uma grande auxiliadora no momento de comprovar os dados e controlar a produção.
Por isso, é importante o uso de um ERP Completo, como o da Magistech, que oferece a segurança de armazenamento das suas informações, trazendo mais praticidade e organização para sua gestão.